Quadrinhos

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Nem lembro direito como comecei a ler quadrinhos. Mas provavelmente foram com quadrinhos do Superman. Isto, mais ou menos na época em que começava a chegar no Brasil um ou outro pedaço da Mega-Série Crise Nas Infinitas Terras.

Lembro que naquela época, tudo era muito precário: As revistas chegavam nas bancas em ‘formatinho‘ (foi assim que acompanhei o John Byrne contando uma ‘nova origem’ para o Homem de Aço). Logo mais, também passei a ler quadrinhos do Batman, do Flash, do Nuclear (aka Firestorm) e também dos Novos Titãs. Não sei o motivo, mas nunca me atraíram os quadrinhos da Marvel que não fossem relacionados aos dos X-men: Wolverine, X-Factor, Excalibur, etc.

Lembro que levei quase um ano pra conseguir reunir todas as partes da série O Retorno do Cavaleiro das Trevas do Frank Miller. Tudo por culpa da distribuição que esquecia da existência deste pedaço do Brasil…

Acho até que foi muito mais por conta destes descasos com o consumidor, do que da falta de verba no meu bolso infanto-juvenil-adolescente que eu deixei de acompanhar algumas séries e Graphic Novels que eu “sabia” que seriam ‘históricas‘. Foi assim que deixei de ler (naquela época) Elektra: Assassina, Ronin, Spawn, etc.

Anos passaram e eu naturalmente terminei me distanciando das revistinhas e me desfazendo de parte da coleção que com tanto cuidado juntei. Droga! Me arrependo até hoje de ter vendido barato a minha cópia de “A Piada Mortal“.

Vez por outra, vejo notícias de como andam um ou outro daqueles Super Heróis que eu acompanhava.

E as notícias quase sempre são ‘bombásticas’ e/ou bem complicadas de entender ou acompanhar.

Exemplos?

Coisa de Brasileiro?

“Segundo informações do tablóide americano “National Enquire”, Britney Spears não tentou apenas uma, mas duas vezes se suicidar.

Por indicação do Zuardi, vi no blog do Ricardo Cavallini um post sobre as diferenças entre os brasileiros e alguns estrangeiros na hora de orçar e de produzir “um site médio; um hotsite; um banner e uma campanha de mídia”.

O resultado é “no mínimo” interessante…

Agora de manhã eu vi o Charles Pilger destacando a questão da pedra do Nióbio incrustada no meio de texto do Silvio Meira. Sinceramente, pra mim a relação entre uma coisa e a outra é óbvia: Brasileiro – não generalizando, claro – vacila.

Como eu blogo?

O Fábio Seixas iniciou esta semana que passou um Meme interessante: Como eu Blogo?

Só quando li no post do Gilberto Jr um comentário que falava em metodologia é que me liguei que também tenho meus ‘métodos’.

Antes mesmo de ter um blog, logo que passei a acessar internet (1995? ou 1996?) eu já tinha esta compulsão que me fazia navegar e navegar. Meu vício, por assim dizer, eram URLs. Como resultado deste vício, o blog terminou surgindo…

Mas a quantidade de sites que eu visito, sempre foi muito maior que a quantidade de links que eu compartilhava (por mail, afinal naquela época não existia del.icio.us ou coisas similares). E isto terminava sempre me deixando com muita coisa não publicada, literalmente guardada ‘na gaveta’ para usar em dias em que eu não tivesse tempo de procurar algo novo em folha pra colocar no ar.

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Assim era a minha lista de Drafts antes de migrar para o WordPress.

Raramente eu faço um post que não esteja associado com algo que realmente eu tenha visto/pesquisado antes na internet ou que alguém não tenha comentado ou perguntado.

Foi assim quando falei sobre rodar Mac OS X numa máquina genérica, e quando eu mesmo fiz funcionar num AMD… Tudo isto antes mesmo da Apple lançar suas máquinas Intel.

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Screenshot de meu Sempron de 1,6Ghz rodando Mac OS X.

A escolha dos conteúdos que trato por aqui, como não poderia ser diferente, são relacionados com as coisas com que eu convivo… Seja no trabalho (Design, Usabilidade, etc.), seja no tempo que sobra pra saber o que acontece no mundo (Sociedade, Quadrinhos, Bizarrices, TV e Cinema, etc.).

As fontes de informação são as mais distintas que se pode pensar. Já teve post que nasceu na hora da insônia, assim como já teve post que veio de um ‘Foda-se‘… Não tenho nenhum tipo de preocupação quanto ao que dá início a idéia a ser publicada. Inclusive, não me preocupo se há ou não algo de SEO no que faço.

Acho que já deu né? Opinem…