The Dark Knight Rises

E então, finalmente vimos The Dark Knight Rises (2012), que fecha a trilogia do morcego, by Nolan.

The Dark Knight Rises

Oito anos depois dos eventos vistos no filme anterior, um novo terrorista, faz com que o Cavaleiro das Trevas volte para proteger a cidade que o marcou como inimigo.

Este fechamento introduzem novos personagens na trilogia: Miranda Tate (Marion Cotillard), Bane (Tom Hardy), Selina Kyle (Anne Hathaway) e John Blake (Joseph Gordon-Levitt), que – convenhamos – poderia ser uma versão do Azrael, ou do Nightwing dos quadrinhos. Mas terminou sendo – e ao mesmo tempo não sendo – um “novo” Robin.

Opinião: Dos quatro casais que foram juntos ao cinema, só nós aqui gostamos mais deste filme que de todos os outros da série. Isto acontece, provavelmente, por termos vistos os outros dois na semana passada, antes de ir conferir o novo.

É um filme relativamente denso, com muitos detalhes e referencias (as vezes muito sutis) tanto ao universo criado por Nolan para a sua trilogia, quanto à enorme mitologia pré-existente dos quadrinhos. São duas horas e quarenta e cinco minutos (!!!) onde o público é bombardeado com tudo isto, num ritmo acelerado, mas não insano ou frenético como num “Os Vingadores” da Marvel, por exemplo.

Me pergunto: O será que ficou de fora na edição do primeiro corte que – dizem – possuía mais de 3 horas?

O que Nolan fez – tanto na Trilogia como um todo, quanto no capítulo final – foi impressionante. Trabalhou com o melhor personagem da categoria dos “Super-Heróis que não tem super poderes” e fez “o melhor filme de super-herói, que na verdade, não é um filme de super-herói“.

Vou precisar ver novamente algumas vezes toda a trilogia. Mas não agora, vou dar um tempo… Uns seis meses pelo menos.

Uma lista de algumas das referências que notei no filme, que poucos perceberam/perceberão de primeira a conexão:

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