Correntes em redes sociais.

Normalmente eu não dou a menor atenção para correntes. Menos ainda quando são estas correntes que circulam em redes sociais. Não que eu seja (muito) antipático ou que eu seja anti-social… É só uma questão de desinteresse mesmo.

Mas hj pela manhã chegou uma corrente enviada por Genaro que eu até achei interessante. Não só por ser algo relacionado com música. Mas, por ter me feito parar pra pensar um pouco em coisas que ouvi ao longo dos anos.

Enfim, seguindo uma tradição, não vou dar seqüência na corrente nas redes sociais do jeito que ela pede. Motivo: Pq eu não quero. Vou botar a coisa pra andar por aqui mesmo… E aproveito pra dar algum movimento por aqui pelo blog. Vamos lá:

A coisa é assim:

É um ‘desafio’ (#ciladaCorrente) feito pelo desocupado amigo Genaro Camboim para postar meus “10 álbuns favoritos de todos os tempos“, 1 álbum favorito por dia.

As “regras” são: Postar a capa sem necessariamente precisar de explicação, e convidar uma pessoa a cada dia para fazer o mesmo.

Não vou botar um por dia… vai tudo de uma vez que se eu vou ter de “perder tempo” que seja algo blocado… Enfim, vamos lá:


Primeiro Album:

Pra começar, o “Coração” do Johnny Hoocker, produzido pelo amigo/irmão Leo Domingues (aproveito e te chamo pra brincadeira/cilada).

Não precisa dar explicação… mas a explicação é simples: Pq sim.


Segundo Album:

O Album “Sgt. Pepper’s” do Big Daddy. Provavelmente foi a primeira vez que conscientemente eu sabia que estava ouvindo versões/covers e percebendo que as coisas (a vida, o universo e tudo mais) realmente saem “das coisas”. É o conceito de “Everything is a Remix“, num Album de 1992. Provavelmente foi Leo Domingues que me apresentou este Album… Perdi as contas de quantas vezes eu ouvi isto em loop.

O convite dessa vez é pra Leo Rosa Borges, que também tem este viés do “Everything is a Remix” no sangue.


Terceiro Album:

Sobre Todas as Forças” do Cidade Negra. Lançado em 1994 serviu de trilha sonora pra um Carnaval em que passamos juntos todos os brothers dos tempos do segundo grau na casa de Pedro Augusto Sampaio Rocha Filho. Pedro, vc também está convocado pro ‘desafioCiladaCorrente’.


Quarto Album:

E pq não?! No Album de hoje temos o “Skid Row“, do – creiam! – Skid Row. Independente de qualquer coisa este album me proporcionou várias/inúmeras/incontáveis risadas ao lado de Fabiana Dantas e Leo Domingues. Principalmente pela quantidade de Neutrox ou equivalente aplicada aos cabelos de João Sebastião Bar (a.k.a. Sebastian Bach). Acho que foi mais ou menos por ai que eu comecei a utilizar o rótulo “rock farofa”.

Desde já está intimada a Fabiana Dantas pra participar da marmota.


Quinto Album:

Mudando um pouco os rumos, no album de hoje temos um pouco daquilo que eu realmente considero “musica alternativa”​ de verdade​.​​ “Pastoril do Faceta“, de 1978. Duplo sentido de raiz e muitas outras coisas também de raiz. Tenho no pendrive de mp3 do carro, sempre útil para momentos de necessidade lúdica.

​O convite aqui vai pra o amigo – que não vejo há muito tempo – André Moraes.​


Sexto Album:

Aqui vai o “The Plague That Makes Your Booty Move…It’s the Infectious Grooves“, do “Infectious Grooves“. Lembro que da primeira vez que ouvi “Punk it up” eu tive plena e total certeza que eu nunca seria um baixista.

​E o convite vai pra um baixista: Buggy.


Sétimo Album:

​O album “Por que Ultraje a Rigor?“, de 1990 provavelmente é uma das trilhas sonoras das melhores lembranças que eu tenho ​da infância e da adolescência.

Em grandes partes considero tudo muito despretensioso, noutras partes, é tudo muito infantil mesmo. Mas, bolas… é um disco de covers e são boas e divertidas as lembranças… Por saber que odeia a banda (e/ou o Roger) convido Bosco pra brincadeira.


Oitavo Album:

E vamos outra vez de Rock Nacional Clássico com o “Barão Vermelho“, primeiro Album do Barão​ Vermelho de 1982. Considero alfabetismo musical, junto com mais outros. E o convite pra brincar vai pra o atual baixista do Barão: Bocão, vulgo Marcio Alencar. 😉


Nono Album:

E aqui, completamente fora da curva, vamos de “Apocalyptic Revelation“, do Krisiun. São nuances de maquina de lavar roupas com rolamento estragado e pitadas de faringite crônica… Só não curte quem não manja do rock.

Coisa que foi chegar nos meus ouvidos por culpa de Rafael Faria. E por conta disto, eu não posso deixar de convida-lo pra brincadeira… 😉


Décimo Album:

​E temos MPB também né?. O “Verde, anil, amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão” de Marisa Monte trás ótimas lembranças do primeiro curso de graduação… 😀

O correto seria eu chamar Joyce pra brincadeira. Mas, em sua saudosa ausência, o chamado vai pra Myrna. 😉 :*

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