Um “táxi autônomo voador”?

Não, obrigado…

Provavelmente sou fruto de uma geração que encararia a possibilidade de ter um carro voador de forma bem particular. Depois de anos jogando simuladores de naves espaciais e de combate como Flight Simulator (1976~2014), X-Wing (1993), Tie-Fighter (1994), Descent (1994), I’ve Found Her (2003), Battlestar Galactica (2003) e tantos outros, eu certamente gostaria de poder controlar/pilotar (pelo menos de alguma forma) a geringonça. Eu gostaria de ter o ‘prazer’ de contar com um ‘joystick‘ à minha disposição…

Mesmo sabendo que por questões de segurança a parte mais ‘crítica’ do processo de pilotagem ficasse nas mãos de toda a tecnologia embarcada, eu tenho certeza que me seria muito mais interessante a experiência de estar ali, tendo algum tipo de protagonismo.

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Assassin’s Creed: Brotherhood

Assassin's Creed: Brotherhood

A sequência segue com a história de Ezio em 1499, enquanto a história de Desmond continua de onde parou, em 2012. Depois de escapar do ataque dos templários no final de Assassin’s Creed II, Desmond, Lucy, Rebecca e Shaun fogem para Monteriggioni, estabelecendo um novo esconderijo nas ruínas da Villa Auditore.

Comparado aos episódios anteriores, na minha opinião os gráficos e a jogabilidade evoluiu bastante deixando a experiencia bem mais fluida. Já a história, deu uma caída significativa, não apresentando grandes novidades ao enredo “maior”, vivido pelo personagem Desmond. No geral, ainda é um jogo acima da média, mas não sei se consigo afirmar sem pudores que Brotherhood é um jogo superior ao Assassin’s Creed II. Ainda falta concluir todas as side missions, mas devo demorar um pouco a pegar o AC: Revelations pra jogar.