2017.1 foi mais ou menos assim.

Neste semestre a produção das disciplinas que ministro no curso de Design do Centro Acadêmico do Agreste da UFPE renderam resultados interessantes e – em alguns momentos – surpreendentes.

Neste semestre, entendi que a ‘entrega’ dos trabalhos finais das disciplinas que ministro (Game Design e Interação Homem-Computador) poderiam ser melhor documentada se fossem produzidos vídeos apresentando os trabalhos.

O resultado é o que segue abaixo. Primeiro, o que foi produzido em Game Design, que no semestre de 2017.2 será ofertada no eixo de Estética:

Virus

Aqui você pode ver uma Explicação sobre o Virus.

Alunos que formavam a equipe: Anderson Henrique Alexandrino de Lima, Jonas dos Santos Torres, Maria Eduarda Bastos do Nascimento, Ramire Lins Bezerra.

Continue reading “2017.1 foi mais ou menos assim.”

O mercado de Motos no Brasil

Em se tratando de motos novas, segundo a Fenabrave, a Honda fica com 78% de tudo o que se comercializa no país. Em segundo lugar (não… não é o #Aércio), fica a Yamaha com apenas 13%.

Isto é péssimo pro consumidor… E a questão não se restringe apenas aos preços que ficam bem acima do que poderiam ser caso houvesse um mercado com uma distribuição mais homogênea nesta questão.

As outras marcas do top 5 são:

  • Em terceiro lugar: Shineray com 1,8%.
  • Em quarto lugar: Suzuki com 0,9%.
  • Em quinto lugar: Dafra com 0,8%.

Vale destacar que Kawasaki, Triumph, KTM, BMW e Harley-Davidson nem aparecem entre as top 5. Imaginem quantas unidades cada uma destas marcas tão expressivas consegue comercializar e o que isto pode significar em termos de acesso à mão de obra especializada e peças de reposição.

É um cenário #perturbador pra quem para pra pensar com calma avaliando a presença de concessionárias e oficinas autorizadas/especializadas.

Observando especificamente o segmento que me interessa de fato, o das motos “custom” (que na verdade deveria ser chamado de “Cruisers”, mas ok… Brasil avacalha sempre algo em algum momento…) a Harley Davidson emplaca os 4 primeiros lugares.

  1. Harley-Davison Sportster 883 que vendeu apenas 371 unidades no 1º semestre de 2017.
  2. Harley-Davidson 1200 com 347 unidades.
  3. Harley-Davidson Breakout com 334 unidades.
  4. Harley-Davidson Fat Boy com 280 unidades.

Só em quinto lugar surge um modelo da Kawasaki: Kawasaki Vulcan S com 266 unidades.

Tanto a Honda quanto a Yamaha comercializavam modelos Custom/Cruise no Brasil há até poucos anos. Mas as variações de modelos da Shadow (Honda) que ainda existem atualmente fora do país foram retiradas do nosso mercado. O mesmo (sair do catálogo no Brasil e continuar sendo comercializada lá fora) aconteceu com os modelos deste estilo que a Yamaha já teve no país: Virago, DragStar, MidnightStar…

A conclusão é algo mais ou menos assim:

Se vc tem interesse em possuir uma moto Custom/Cruiser no Brasil, vc vai pagar caro. Você também não vai ter muitas opções de fabricante e não é toda cidade/estado que você vai conseguir encontrar concessionárias, peças e/ou mão de obra.

Em Pernambuco, por exemplo, só há uma concessionária HD. [Fechou!]
Em Pernambuco, pra dar um outro exemplo, não há concessionária Kawasaki.

Percebem?